Katy Perry: Part of Me 3D – O Filme

Nesta 3a feira, dia 26, a cantora Katy Perry fez um show na pré estreia de seu filme em Los Angeles. Extravagante como sempre usou um vestido com pipocas gigantes aplicadas, nada mais próprio e inusitado para o estilo da cantora que já conhecemos bem.

Para quem ainda não sabe da notícia, em Abril deste ano a cantora confirmou os boatos sobre o filme que já estava para lançar. Trata-se de um documentário sobre a vida dela que nada mais é que uma camaleoa da música POP internacional. O filme chamará “Part Of Me” e terá toda a trajetória da cantora até os dias de hoje.

Vale a pena conferir alguns dos traillers que estão sendo lançados por ai, pegamos os dois melhores, porém um tem legenda e o outro não.

Ansiosos? Nós queremos assistir o quanto antes!!!

#Música que eu indico: Gotye

Todo mundo tem seus dias de ouvir a mesma música trocentas vezes sem parar, não é mesmo?

Ultimamente minha música viciante tem sido a  Somebody I Used to Know do Gotye. Adoro o ritmo, a letra, o cantor, tudo! Comecei a ouvir num momento “deprê” da minha vida amorosa, porém o momento passou e continuo apaixonada por ela. Prevejo que daqui uma semana ou mais, preciso parar de ouvi-la em looping infinito, senão não vou mais suportar! Rsrs.

Não conhece o Gotye?

O Gotye, nome artístico de Wouter “Wally” De Backer, é de origem belga-australiano, músico, toca diversos instrumentos e também é compositor. Sua voz tem sido comparada a Sting,Phil Collins e Peter Gabriel.

Já lançou três álbuns de gravadora independente e um álbum de remixes, com remixes de faixas de seus dois primeiros trabalhos. De Backer é também membro da banda de indie-pop de Melbourne, Austrália, The Basics, que lançou de forma independente três álbuns de estúdio e inúmeros outros títulos desde 2002.

(informações acima retiradas do site Oficial do cantor)

Esta música “Somebody That I Used To Know” atingiu #1 na Billboard Hot 100, fazendo dele o quinto artista Australiano a alcancar esta posição e o segundo Belga.

E pra quem ainda não conhece veja e ouça o clipe abaixo:

Gostou?

 

Minhas impresões: Michael Bublé – Crazy Love Tour

Depois de quase 5 meses de espera, finalmente chegou o grande dia e consegui ver meu ídolo Michael Bublé no Via Funchal. Não canso de repetir, para mim ele é um filho, um aprendiz do Sinatra, a voz é impecável, canta, dança, sapateia, fala de amor, fala de saudade, bom humor, carisma e se não bastasse tudo isso tem um charme inconfundível e traços que fazem dele um homem muito bonito e desejado. E por ai começa que 90% do público era feminino.

O show por inteiro foi maravilhoso do começo ao fim, mas sei que sou suspeita. Porém acredito que as críticas (de pessoas cabeça fechada) por ai estão à flor da pele pelo jeito que ele conduz o show. Talvez muitos não tenham entendido tudo que ele falou e os que entenderam tenho certeza que acharam o máximo, deram risada e corresponderam. Bobos aqueles que em pleno 2012 ainda levam a vida tão a sério, não aceitam brincadeiras e acham que artistas precisam ser 100% cordiais.

“Vocês pagam o ingresso para virem aqui dançar, cantar e curtir o show se querem ficar sentados deveriam, ter ficado em casa assistindo ao meu DVD e se você estiver cantando e a pessoa do lado reclamar, podem mandar ela se @#@$#.” – Bublé ontem no show.

Entre uma música e outra ele conversou muito com o público, um carinho imenso, ainda apresentou a banda falando com cada um dos integrantes fazendo brincadeiras com referências sexuais deixando o clima descontraído. Nem preciso dizer que a música que levantou a platéia inteira foi “Everything”, a mais linda e romântica dos últimos tempos. Além de arriscar cantar Michael Jackson (Billie Jean) e também Beatles (Twist And Shout) chegou até a arranhar um pouco da trilha sonora do Aladin (A Whole New World) junto com o seu pianista (acredite se quiser) e foi demais! Das músicas dele, não senti falta de nenhuma, ele cantou todas, inclusive um pedacinho de “Dream A Little Dream Of Me” (Ella Fitzgerald & Louis Armstrong) pedido por uma fã mirim. Só fiquei esperando ele cantar “The Way You Look Tonight”, mas por um lado foi até melhor ele não ter cantado, pois sentimental como estou, provavelmente ia desmaiar de chorar.

Na parte de trás da platéia (onde a pessoa pobre aqui estava sentada), havia um pequeno palco montando, e foi lá que Bublé passou pela platéia inteira e cantou duas músicas para o pessoal de trás, entre elas a famosa música “Home”. E é claro, como eu sabia que ele passaria perto de mim, corri para esperar ele sair e tirar uma casquinha. E vejam só, CONSEGUI, berrei ele olhou para mim e pegou na minha mão…e ai…e ai eu morri, coisa de fã. Morri e voltei umas 10 vezes e estou aqui!

Nessa hora ele brincou e disse:

“Gostaria de falar uma coisa do fundo do meu coração (pausa). Pobres daqueles que estão ali na frente e pagaram mais pelo ingresso e eu estou aqui, mas eu preciso sentir a energia de vocês de qualquer forma, por isso fiz questão de me aproximar”.

Eu acho que foi nessa hora que as pessoas que pagaram de R$ 400,00 a R$ 600,00 que estavam ali na frente devem ter ficado um pouco bravas, mas não vejo motivo para alvoroço, todos curtiram, todos amaram e claro, eles puderam tirar suas casquinhas também, porque vamos ser realistas, já que ele desceu, todo mundo pulou em cima, né?

Bublé finalizou seu show maravilhosamente, cantando sem banda e sem microfone para uma casa lotada, foi indescritível, ou melhor, inesquecível.

Gente, o homem cantou sem parar, dançou sem parar, um charme inigualável, o que reclamar? Ah já sei! Tentamos entrar para conhecer ele, mas foi bem difícil, nem as pessoas credenciadas conseguiram entrar, mas eu tentei, valeu pela tentativa.

Para os curiosos de plantão: paguei R$90,00 (meia entrada) no show, para ficar na Platéia exatamente (contadas a dedo) 15 fileiras de distância do palco. Fui sozinha, com a cara e a coragem. Por sorte minha prima havia comprado para o mesmo dia, mas o lugar dela era lá para frente do palco, mesmo assim dei um jeito de chegar mais perto. Foi lindo, foi maravilhoso uma experiência incrível.

Por mais caro que custe, por mais complicado que seja ir a algum show aqui no Brasil, vale a pena o esforço as experiências ficam para sempre na nossa memória. Eu sei que aqui pagamos muitas vezes o triplo do que nos outros países, mas existe sim uma grande diferença entre assistir um show desses ao vivo e assistir pela televisão, não tem explicação é só uma constante emoção que só quem está lá presente sabe. Nem que eu tivesse que economizar por meses, eu não perderia este show por nada.

Para quem não conhece, clique aqui tem toda a história dele. Deixo vocês babarem um pouquinho nas fotos tiradas pela minha prima no show (assim que ela me passar eu atualizo este post) e também algumas das mais famosas músicas dele que eu acho que todos precisam ouvir um dia (é só clicar nelas para ver os clipes):

 

É isso gente! Recomendo mil vezes e com certeza irei nos próximos!

Ah, vou fazer um post em breve sobre a banda de abertura que foi maravilhosa também.